Netizen 2 - Porque o blog não pode parar


Eu na Folha

Carta publicada pela Folha de São Paulo no último dia 2 de julho.

Fosse o Brasil um país sério, o único Pão de Açúcar que receberia o meu, o seu, o nosso suado dinheirinho seria aquele "monumento" natural que enfeita a cidade maravilhosa.

SIMÃO PEDRO MARINHO (Belo Horizonte, MG)



Escrito por Simão Pedro às 10h41
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Desobedecer.



Escrito por Simão Pedro às 10h36
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Eu na Folha

Depois de muito tempo volto hoje ao Painel de Leitores do jornal Folha de São Paulo. Depois de muito mais tempo volto a blogar aqui.

Desarmamento
Em sua coluna, Fernando Rodrigues ("Oportunismo", Opinião, ontem) chama atenção para o oportunismo político do presidente do Senado, José Sarney, que propôs um novo plebiscito sobre o desarmamento.
Sarney poderia aproveitar a oportunidade e incluir um item no plebiscito: funcionário do Senado que não trabalha, ainda que marque ponto, deve receber salário ao final de cada mês?
SIMÃO PEDRO MARINHO (Belo Horizonte, MG)



Escrito por Simão Pedro às 11h58
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Renascendo

Porque o blog não podia parar, quando, em 206, me avisaram que o limite de armazenamento do blog Netizen havia sido alcançado, criei o Netizen 2.

Mas como sou eu quem não pôde parar para alimentar blog, ele ficou parado por mais de um ano.

Mas como o fênix, o Netizen 2  renasce das cinzas. Tentarei blogar mais aqui.



Escrito por Simão Pedro às 11h52
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Alternância de poder

Eu sei que os democratas que conduzem esse país são a favor da alternância de poder. Ninguém precisa me dizer isso.

Charge publicada no Jornal Folha de S. Paulo, em 12.04.2010



Escrito por Simão Pedro às 10h12
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E vai rolar a festa...

Angeli está soberbo, hoje na Folha. Fantástico mesmo.
Mas com certeza petistas, lulistas e adesistas não deverão gostar nem um pouco. Perderão uma chance de rir e prá valer. 



Escrito por Simão Pedro às 16h08
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Avaliando os caças

Jean, hoje na Folha. Perfeito.  



Escrito por Simão Pedro às 12h13
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Caçando razões para a escolha do caça

Peso total na decolagem, capacidade bélica em toneladas, número de turbinas, possibilidade de detecção por radares, raio em KM de combate, alcance em KM vazio, custo da hora de vôo, custo de manutenção, capacidade de transferência de tecnologia, preço unitário.
Olho tudo isso e tento encontrar a razão política para decidir qual o caça que o Brasil deveria comprar.
Certamente por ser portador da mesma ignorância sobre aeronaves militares que  Lula e Jobim não consigo enxergá-la.
Mas já que sou um dos que pagarão os milhões de dólares a serem dispendidos nessa compra, juro que gostaria de saber essa razão que se sobrepõe a todas as outras, principalmente quando no país existe uma lei sobre licitação.


Escrito por Simão Pedro às 11h51
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A concorrência dos caças

Quando questionado sobre o custo do avião Rafale, bem superior aos dos dois concorrentes Gripen e Boeing F-18 na compra que a FAB pretende fazer, o ministro da Defesa francês, Hervé Morin, indagou: "É possível comparar uma Ferrari, que é o Rafale, com um Volvo, que é o Gripen?"
Todas as pessoas que conheço que têm Volvo, se dão por muito bem satisfeitas. Com a turma que tem carro francês, não é a mesma coisa.
Mas não entendi uma coisa. Por quê o ministro não comparou o Rafale - uma "Ferrari" que só a própria França compra, ninguém mais se arriscou - com os carros "fabriqué au France": Renault, Peugeot e Citröen?
Afinal, a França não fabrica Ferrari. Fabrica carros bem inferiores, inclusive quando comparados com o próprio Volvo.
Se pelos carros, pudermos inferir os aviões ... .



Escrito por Simão Pedro às 11h41
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Eu hoje na Folha de S. Paulo

Minha carta publicada hoje no Painel do Leitor da Folha de S. Paulo sobre a medida tomada pela UNIBAN em relação à aluna que, em suas próprias palavras, acabou sendo conhecida "a puta do YouTube" depois que ali foi postado um vídeo que registrava cenas de selvageria das quais foi vítima.

"O vídeo do lamentável episódio na Uniban mostrou cenas de um verdadeiro 'estupro moral'. Lamentei profundamente o que vi. E meu lamento aumentou quando soube da expulsão da aluna que foi violentada emocionalmente.
Entre expulsar uma aluna ou meia dúzia dos envolvidos no episódio de selvageria - que bem que poderiam ser uma centena -, a instituição deve ter feito as contas. Então a decisão tornou-se fácil.
Assim, chamar de puta uma colega pode ser considerado como um ato compatível com a dignidade da vida acadêmica, uma coisa ética.
Parece que se propaga uma nova ideia: 'Estupra, mas paga'."
SIMÃO PEDRO MARINHO (Belo Horizonte, MG)



Escrito por Simão Pedro às 19h22
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A noite foi das galinhas? Porque do Galo não foi.

Ontem as coisas tramaram contra o Galo. Pois é. Os "santos "juíz e bandeiras não ajudaram o Atlético, como andaram "dando uma mãozinha" ao rival Cruzeiro nos últimos dois jogos.
O "Porco" passou folgado pelo próximo adversário do Galo, o Goiás. E nós contamos com o Jorge Luiz para tramar contra nós mesmos. 
Foi a noite do Jorge Luiz, ao contrário. Um festival de erros que ajudaram a derrubar o Galo. Noite para se esquecer. E vejam que, no Rio, sou tricolor de coração.
Ainda no primeiro tempo, Jorge Luiz fez um penalti absolutamente imbecil que deu margem ao primeiro gol do tricolor carioca.
Sei que tem gente dizendo que não foi penalidade máxima. Mas não tive dúvidas de que foi. Acertou o senhor juiz, errou o Jorge Luiz.
Depois, quando Roth ia substituir o Éder Luiz, que nada fez em campo a não ser perder gol, o Jorge Luiz foi expulso.
Resultado? A substituição foi alterada e o Éder "Corre Cisca Erra" Luiz permaneceu em campo. E, de novo, claro, perdeu gol feito.
Culpa de quem? De Jorge Luiz. Claro!
Perdemos muito por causa da família "Luiz", que ontem tramou contra. Jogaram pelo Galo, mas ficaram rodando que nem perú. |
Jorge Luiz foi um jogador medíocre no Vasco da Gama. Parece que basta ter que jogar no Rio para que o seu futebol desapareça.
Ontem ajudou o segundo colocado no Brasileirão a jogar futebol nenhum contra o lanterna, que venceu, afinal, sem muito problema. Nem dar sufoco, principalmente no final, o Galo conseguiu. O Galo jogou mais para trás do que para onde devia. Ciscou prá trás, ciscou prá trás e só colheu um "milho", em falha do goleiro adversário bem aproveitada por Tardelli, artilheiro do Brasileirão 2009.
Jorge Luiz ontem abusou do direito de jogar mal. Não fará falta alguma ao Galo no jogo contra o Goiás, no domingo. Aliás, jogo de vida e morte para o Galo, depois que sucumbiu diante do "paciente em estado terminal" Fluminense.
Domingo será jogo de vida e morte para que o Galo não sucumba, já que ontem começou a agonizar nos pontos. No futebol agoniza há dois jogos.
Enquanto o Flu fazia uma campanha irreparável para se classificar para a Série B, o Galo parece que começa a se esforçar visando a classificação para a Copa Sulamericana.
O título do Brasileirão começa a ficar distante. Agora é apenas o Palmeiras que depende apenas de si. E a Sulamericana começa a aparecer no horizonte.
Ou o Galo ganha do Goiás, em pleno Serra Dourada, no domingo - e para isso terá que jogar toda a bola que não jogou contra o Vitória e o Fluminense - ou estará logo dizendo adeus à Libertadores.
E, pelo andar da carruagem, com chances enormes de ver seu maior rival em 2010 - antes distante 8 pontos, agora a apenas 2 -  no maior torneio de futebol das Américas.
Será muita perda.
Que os santos lá de cima - inclusive São Luiz, xará dos que atrapalharam ontem - nos ajudem a redimir de nossos erros.
Se for o caso, que os "santos" cá de baixo, aqueles do apito e das bandeiras, nos ajudem. Agora vale qualquer coisa.



Escrito por Simão Pedro às 08h51
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Campeões?

Na reta final, todo santo ajuda! Inclusive, ou de preferência, o santo juiz ou o santo bandeira.
Contra o Corinthians, no domingo passado, o único gol foi marcado por um jogador "na banheira".
Ontem, dia do santo das Causas Impossíveis, a jogada do 3o e salvador gol [3 X 2 no Santo André] começou com um jogador em clara posição de impedimento. E o bandeira exatamente na linha dele. Viu e não marcou!
Agora só faltam 6 gols irregulares para o Cruzeiro se sagrar campeão brasileiro de 2009. Assim, o que parecia causa impossível pode virar realidade.
Quem sabe os "santos" ajudam o Galo hoje e mantemos nossa posição lá no alto.



Escrito por Simão Pedro às 12h55
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É dose.

No Rio, ontem, Lula e Dilma inauguram uma quadra que já existia.
Nossos políticos só não inauguram mesmo um tempo novo na nossa política.



Escrito por Simão Pedro às 12h47
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Abandono. Total

Jean, ontem na Folha de S. Paulo.



Escrito por Simão Pedro às 12h45
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Eu na Folha ontem

Fundação Sarney

"O MP investiga, a Justiça autoriza, a PF grava, a imprensa informa. Cada parte cumpre o seu papel.
E, sem o papel moeda, a fundação investigada, sorvedouro de dinheiro público, se vê obrigada a fechar as portas, afunda.
História perfeita, ainda que alguns, notadamente políticos, possam não gostar do enredo.
Mas são casos como esse que nos levam a crer que esse país ainda pode ter jeito."

SIMÃO PEDRO MARINHO (Belo Horizonte, MG)



Escrito por Simão Pedro às 12h44
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