O Cirque du Soleil em Belo Horizonte. E eu no circo.
Ontem fui, com a minha mulher e os três filhos, ver o Cirque du Soleil. Alegria, o espetáculo, é realmente fantástico. E como em toda a história do circo, os palhaços são sempre o melhor momento. Ri por causas deles, ri porque minha mulher ria prá valer por causa deles. E mesmo em tempos de tecnologias - e elas estão lá presentes - a magia do circo continua, fazendo a alegria de crianças, jovens, adultos e nossa, a "melhoridade". Se valeu cada centavo do monte de reais aplicados? Claro, não há qualquer dúvida. Valeu pagar pela alegria da família em estar ali. E o melhor do circo para mim foi um palhaço. Seu nome é Marcos de Oliveira Casuo. É um brasileiro. Fantástico, como o povo dessa nossa Terra Brasilis. Mas um conselho para quem ainda irá ver essa companhia circense do Canadá: leve seu lanchinho. O site do Cirqure avisa que, na tenda da entrada, estão disponíveis refrigerantes e comidas leves. Comprei 3 cachorros-quentes, 3 pipocas grandes, 3 Aquarius Fresh, 1 suco, 1 Coca e 1 cerveja. Total da despesa: R$ 90,00. Decididamente nada leve para o bolso. Com esse dinheiro eu pagaria um bom rodízio para os três filhos. O que faria muito mais a alegria deles. Portanto, se não quer pagar essa fábula por bebida e comida "leve", que leve a sua.  Aquarius Fresh a R$ 6,00 a garrafinha. É preço que não se paga sequer em aeroportos, onde os viajantes são frequentemente "extorquidos", porque, distantes de outra alternativa, é pagar ou morrer ... de fome ou de sede. E a cerveja era uma tal de Sol. Jamais a experimentara. Depois de ontem, decididamente continuo sem tomar Sol.
Escrito por Simão Pedro às 09h03
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