 |
|
|
Velhicidade, de novo
Há poucos dias falei de velhice e de opção por levá-la numa boa, na maior "velhicidade". Achei uma imagem, no Flickr, que mostra as duas opções que temos para enfrentar a 3a e 4a idades, talvez uma 5a. Fico com a da direita. Ela faz bem para a saúde.

Escrito por Simão Pedro às 21h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Tipagem sangüínea
Recebi esta mensagem de um orientando.
Gente... Fico chateado quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem! Me enviaram hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo, e o dos eleitores dele é do tipo O-tário. É muita sacanagem e falta de ética, usar a Internet para passar esse tipo de coisa...inverídica. Temos que divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados. Está dito...
Escrito por Simão Pedro às 09h19
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Cobra burra
Uma cobra
píton [Python molurus bivittatus] engoliu 4 bolas de golfe
após tê-las confundido com ovos. Isso aconteceu na cidade de Currumbin, na Austrália. A cobra gulosa e burra foi operada e passa
bem. Na imagem acima, o raio X tirado do ofídeo. Há algum tempo atrás, na
Flórida, uma cobra píton [ou pitão] explodiu ao tentar engolir um
jacaré. Clique aqui para ler a notícia. Essas cobras até
parecem com a Pit, a shi-tzu que
temos aqui em casa: come de tudo.
Escrito por Simão Pedro às 15h56
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O Brasil já tem TV digital. Viva!
Dois dos melhores cartoons de 2007 foram com certeza foram os de Glauco e o de Angeli sobre a chegada da TV digital no Brasil.


Escrito por Simão Pedro às 15h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Educação e saúde no Brasil
Esse é o retrato da educação e da saúde no Brasi, em 2007. Será que alguém tem a esperança - expectativa seria muito - de que isso mudará em 2008? Eu não. Ainda não mais porque trabalho com educação na área de saúde.
O cartoon, mais um fantástico, é de Angeli e foi publicado na Folha de S. Paulo no último 30 de dezembro.
Escrito por Simão Pedro às 15h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Na maior velhicidade
Ontem, penúltimo dia do ano, fui ao aniversário de uma irmã, que compleou 56 anos. Cercado por sobrinhos, uma delas anunciando uma gravidez, comemorávamos mais um ano de vida [ou menos um ano que alguém tem para viver, como dizia meu pai]. E ali percebi o meu próprio tempo passando, num retrato imaginado, jamais tirado, da família reunida. Aliás, observem como apesar de termos hojes máquinas fotográficas aos montes, modernas, rápidas, as velhas fotos de família parece que morreram. Há pouco tempo, havia festa de criança para comemorar o meu aniversário. Logo depois, foram para comemorar o aniversário das minhas filhas; depois do meu filho mais novo. Não muito distante deve estar o momento de comemorar o aniversário de um neto. Nada por agora; minhas filhas estão solteiras e cuidadosas. E assim, de aniversário em aniversário, da gente e dos outros, percebo a velhice chegando. Meu tempo de ser "sexy", sexagenário, se aproxima a galope, ainda que faltem dois anos; dois anos que voarão. Mas não será tempo para a tristeza, para o desânimo. Afinal, me darei por sortudo por viver tanto num país em que pessoas morrem jovens por banalidades, por balas perdidas, por irresponsabilidade de motoristas e até mesmo por descaso de autoridades da aviação civil. Oscar Niemeyer, que recentemente completou 100 anos, disse que isso é uma bobagem, pois a partir dos 70 anos começamos a nos despedir dos amigos. Despedir dos amigos é coisa triste. Mas não creio que viver a velhice seja razão para a tristeza. Inclusive porque ela é a a idade da razão. Nesse quase raiar de um novo ano, assumo o compromisso, comigo mesmo, de viver esse tempo que chegará breve na maior "velhicidade".
O velho na imagem mais ao alto é Rousseau. A foto de Niemeyer é do site Sartorial Contemporaryart.
Escrito por Simão Pedro às 19h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Feliz Ano Novo. com muita animação.
Escrito por Simão Pedro às 18h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Paz. Num felicíssimo Ano Novo
O senador Cristovam Buarque, do PDT do Distrito Federal, escreveu um texto interessante, publicado no Jornal do Commercio no último dia 28/12, no qual fala dos índios aymara, que habitam há alguns séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes.
Os aymara, uma das 37 etnias que habitam a Bolívia, correspondem a 32% da população daquele país. Evo Morales, o seu presidente, pertence a essa etnia.
Para os aymara, são necessários sete diferentes tipos de paz.
- A primeira é para dentro de si.
Consigo próprio, na saúde do corpo, na lucidez da mente, no prazer do seu trabalho, na correspondência dos seus amores. Sem paz consigo, você não está em paz.
- A segunda é para cima.
Com os espíritos de seus antepassados, com a vontade de Deus. Se você não está em paz com o mundo sobrenatural, espiritual, com a metafísica da sua existência, sua paz fica incompleta.
- A terceira paz é para frente, com seu passado.
A arrogante cultura ocidental põe o passado para trás. Já os aymara põem o passado à frente, porque ele é o conhecido, o visto, o vivido. Se você tem remorsos, dívidas não pagas, culpas, arrependimentos, não está totalmente em paz.
- A quarta é para trás, com seu futuro.
Quem tem medo do que virá, está assustado com dívidas a pagar, com o emprego incerto, esperando más notícias, não está em paz.
- A quinta é para o lado esquerdo, com seus próximos.
Sem a paz familiar, não há paz. A disputa doméstica, o descontentamento com familiares e amigos próximos tira o sentimento de paz.
- A sexta paz é para o lado direito, com seus vizinhos.
Não adianta a paz em casa se, do outro lado da rua, estão a ameaça, a maldição, o descontentamento.
- A última paz é para baixo, com a terra em que você pisa, de onde virá seu sustento.
Se vier tempestade, se o solo secar ou tremer, não haverá paz completa.
Que 2008 chegue para todos os leitores desse blog como um tempo da paz, em todas as suas formas.

Escrito por Simão Pedro às 17h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |