Netizen 2 - Porque o blog não pode parar


Orinoco Flow. Duas interpretações

Orinoco Flow é uma música que anda comigo no meu MP3 player.
Ela é de autoria de Eithne Ní Bhraonáin. Nunca ouviu falar? Pois saiba que é a famosa Enya.
Há poucos dias falei dessa música na interpretação do Celtic Woman, por causa de um DVD que trouxe recentemente de New York.
Encontrei um vídeo que mostra, em seqüência, a música Orinoco Flow cantada por Enya e pelo Celtic Woman.
Quem postou o vídeo no YouTube perguntou quem canta melhor. Claro que são ambas.



Escrito por Simão Pedro às 15h22
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Sigilo do cartão de crédito do governo. Estão brincando? Ou zombando da gente?

Angeli, absolutamente fantástico, ontem na Folha.
E será que alguém - mesmo que do governo  ou principalmente dele - acredita que a segurança do presidente da república está em risco quando o Portal da Transparência mostra a farra com cartões corporativos, como a feita pelos seguranças da primeira-filha?



Escrito por Simão Pedro às 15h05
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You raise me up.

Outro vídeo de "You raise me up". Dessa vez com seu autor, Josh Groban, no Ellen Show.



Escrito por Simão Pedro às 13h18
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Sentindo-se maior

Não sei se posso dizer que o Celtic Woman é um grupo, uma banda. Trata-se de um show, que percorre o mundo, onde se reunem cantoras irlandesas. É um projeto - que era na verdade um sonho - de Sharon Bowne e Dave Ravangah, da Celtic Collections.
Eles se juntaram a um jovem músico, diretor musical e regente, David Downes, e reuniram, em 2004, em Dublin, quatro cantoras -  uma também é harpista - irlandesas conceituadas, apesar de bastante jovens [uma delas tinha apenas 15 anos quando aconteceu o show]: Chloë Agnew, Lisa Kelly, Méav e Orla Fallon, e a violinista Máiréad Nesbitt.
E foi gravado o DVD que tem exatamente o título "Celtic Woman".
Descobri o Celtic Woman em dezembro passado, quando vi no YouTube um vídeo no qual elas interpretam Jesus Alegria dos Homens. Coloquei isso num post, em um dos meus blogs.
A interpretação é uma das faixas do DVD que comprei. Nele também estão Ave Maria, de Gounod, Somewhere, do famoso West Side Story, lindíssimo musical da Broadway e filme inesquecível de 1961, Someday, da trilha sonora do filme de Disney "Corcunda de Notre Dame", Danny Boy e Orinoco Flow, da Enya. Aliás, Orinoco Flow é uma das músicas que trago no meu tocador de MP3, para fazer o tempo passar nos aeroportos e vôos.
O show Celtic Woman é lindíssimo. Vale a pena ver e ouvir.
E quando lia uma mensagem que recebi de uma colega do GT do projeto UCA, professora Stela Piconez, da USP, me lembrei de uma música do show. É a "You raise me up", de Josh Groban. É que na letra está escrito "You raise me up, to more than I can be".
Vivemos num mundo e num tempo em que muitos jogam tantos para baixo, em que não são poucos os que se vêem maiores num mundo que imaginam povoado de gente menor e os desqualificam a todo momento.
Mas nesse mundo ainda existe gente pronta para colocar os outros para cima. Foi o que a minha amiga Stela fez comigo na sua mensagem. E lhe serei eternamente grato, apesar de ela ter me colocado maior do que na verdade eu possa ser.
E agora é se deliciar com "You raise me up".



Escrito por Simão Pedro às 12h32
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Shows no carnaval. Mas não da avenida.

Da recente viagem de férias à Europa, quando estivemos na Itália e na Suiça, passamos por New York de onde trouxe dois DVD maravillhosos.
E foi com eles que me ocupei no último dia do tríduo momesco. Como não sou passista de avenida, não gosto de carnaval, me distribui todo pelo sofá da sala de TV e fui ver os dois shows.
Um é com Yanni, um pianista, tecladista e compositor de música instrumental, nascido em Kalamata, na Grécia.
É a gravação ao vivo de um show que ele realizou, com sua banda e a Royal Philarmonic Orchestra, de Londres, na Acrópole de Atenas.
Em 2008 esse show completará 15 anos. E serão dez anos desde que estive em Atenas com minha mulher e meus três filhos.
Descobri esse DVD por acaso. Estava numa sapataria em New York, perto da Union Square. Enquanto minha mulher e duas de suas irmãs escolhiam
sapatos e tênis, aproveitando a famosa "sale", os telões na loja exibiam o show.
Fui ao gerente e perguntei o nome do DVD. Assim que ele me disse e me deu a dica de onde comprar, atravessei a famosa Broadway e numa megastore da Virgin encontrei o DVD. Era o último. Comprei na hora.
E aproveitei para comprar o DVD com a gravação ao vivo do Celtic Woman. Falo dele depois, num outro post.
Achei no YouTube uma parte desse show de Yanni, cujo DVD eu trouxe. É Aria. Vale a pena ver e ouvir.



Escrito por Simão Pedro às 11h36
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Teste de acuidade visual

O tiular do Ministério do Esporte, Orlando Silva Júnior, se defendeu de um possível uso indevido do cartão corporativo - que é pago pelo governo com o suado dinheirinho do povo brasileiro - dizendo que confundiu o cartão cuja fatura nós pagamos com aquele cuja fatura ele tem que pagar sozinho.
Ao tirar um cartão do bolso para pagar uma tapiocaria, ele teria feito a confusão: pegou o nosso ao invés de pegar o Ourocard dele.
Eu, mesmo com a catarata que me aflige, consigo ver as diferença entre os dois cartões.
Você também consegue ver as diferenças?
Ou, como o excelentíssimo ministro, acha que é mesmo possível confundir a logomarca do BB com o brasão da República e ler Ourocard onde está escrito "República Federativa do Brasil"?

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Escrito por Simão Pedro às 17h06
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Fui ...

Lula saiu criando ministérios e secretarias, com status de ministério, às pamparras para dar conta de compromissos assumidos em campanha. Uma das secretarias foi a de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que, aliás, até hoje eu não soube a que veio de fato.
Da ministra indicada por Lula para essa pasta, só ouvi falar duas vezes. A primeira foi quando fez uma desastrosa declaração de cunho absolutamente racista. A segunda, quando ficou caracterizado que usou o tal cartão de crédito corporativo - que é pago com o meu, o seu, o nosso dinheirinho - de forma indevida, até pagando compras em free shop de aeroporto.
Pressionada a demitir-se, saiu culpando dois de seus assessores. Só faltaria agora dizer que eles são brancos e tramaram a coisa para que ela fosse vítima. E certamente haverá quem creia nisso.
A Folha de S. Paulo mostra, hoje, que já há quem ache que a saída da Matilde Ribeiro é resultado de uma armação contra ela.
"A saída da ministra é uma vitória das pessoas que não concordaram com a criação da própria secretaria. É uma vitória das pessoas contrárias às políticas de ações afirmativas para a população negra", diz Kabengele Munanga, professor de antropologia e diretor de estudos africanos da USP.
Aí pergunto: Essas pessoas contrárias às políticas de ações afirmativas para a população negra forçaram Matilde Ribeiro a tirar de sua bolsa e usar o cartão de crédito do governo quando ela estava no caixa do free shop?
Se isso aconteceu, deve haver alguma testemunha, uma ao menos.
Afinal, não existe nenhum lugar nesse país, exceto as celas de delegacia de polícia, com  mais gente por metro quadrado do que numa free shop de aeroporto brasileiro.
E se Matilde tivesse resistido à tentação de sacar o cartão de crédito cuja fatura não teria que pagar, estaria ministra e possivelmente vendo o carnaval em algum camarote vip. Agora é tarde.



Escrito por Simão Pedro às 16h29
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Atrás do trio elétrico, foi gente que morreu ...

É a tal história: porta arrombada, tranca nela.
Há muitos carnavais vemos notícias de acidentes com trios elétricos, muitas vezes caminhões mal conservados, com excesso de peso, rodando por ruas apinhadas de gente.
Pois é. Em Sabará, MG, um trio elétrico matou duas meninas e deixou quatorze pessoas feridas. Uma delas é uma mulher que teve o braço amputado. Tristeza e dor na que é considerada a mais alegre das festas populares.
Após o acidente, a prefeitura da cidade proibiu trios elétricos.
Em Sabará, a música de Caetano Veloso mostrou-se em parte verdade: as duas meninas mortas jamais irão atrás do trio elétrico. Mas o acidente mostrou também que quem vai atrás do trio elétrico pode estar bem próximo de morrer.



Escrito por Simão Pedro às 16h16
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Olhando a Suiça através de uma câmera digital

Essas são algumas - muito poucas - fotos da recente viagem à Suiça. E sem retoques ou tratamento com software.
Montei o ábum apenas para ter algo que mostrar enquanto arrumo tempo para organizar quase 2.000 fotos de toda a viagem que se iniiciou na Itália e acabou nos Estados Unidos, New York mais precisamente.
Um pequeno álbum com fotos da passagem poir Roma, Bologna, Venezia, Verona, Firenze e Milano jà está pronto e postado neste mesmo blog

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Em férias, depois de alguns dias em várias cidades na Itália, peguei - com mulher e filho a tiracolo - o trem cilsalpino em Milão e fui até Zurique.
O triste foi ver, daquelas poltronas da primeira classe do trem, montanhas alpinas de cor cinza. Deu vontade de chorar. Sério.
Em breve, para ver aquela imagem dos Alpes com as quais nos acostumamos, ou revendo o filme Noviça Rebelde ou olhando embalagens de chocolate suíço.
Aliás, nesta semana o jornalista Clóvis Rossi - que estava em Davos, para o Fórum Econmico Mundial - comentou esse mesmo aspecto sobre o desaparecimento das neves que se imaginava eternas em sua coluna na Folha de S.Paulo. O título foi "Os Alpes já não estão brancos".
Assim escreveu o jornalista:
"Como diria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tivesse ido a Davos neste ano, nunca nestas montanhas se viu tanto verde/marrom (de árvores e terra) e tão pouco branco (da neve). .... Na partida, domingo, fizemos seis horas de trem de Davos a Munique, a maior parte do tempo com os Alpes nos olhando das janelas. O tempo todo, neve só mesmo nas partes mais altas. No ano passado, de Genebra, já havia escrito o texto "Cadê a neve que estava aqui?", reclamando do calor que fazia em janeiro na deliciosa cidade às margens do lago  Leman. Foi antes do relatório científico sobre a mudança climática - aterrorizante, aliás. Dizia, então, que me sentia como uma espécie de enviado especial ao aquecimento global. Não estou sozinho. Em Davos, Yoshinori Imai, principal apresentador da NHK, a rede japonesa de TV, também espantado com a temperatura, dizia: "As pessoas já estão sentindo na pele o efeito da mudança climática". Imai entende de neve e de frio muito mais do que eu, porque no Japão também neva. O que me espanta é que essas evidências fisicamente perceptíveis não comovam os governantes, os empresários, o público em geral (salvo as exceções de praxe) a agir enquanto é tempo."

Clóvis Rossi viu neve nos picos mais elevados no trajeto de Zurique a Munique. Eu vi em poucos picos, no trajeto de Milão a Zurique.
Mas pouco ou nenhuma, o triste é ver que a espécie auto-proclamada sapiens vai acabando com sua casa.



Escrito por Simão Pedro às 17h53
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Sem assunto

 

Esse é um problema freqüente: saber falar mas não ter assunto.
Mas o pior, nesse caso, é que tem muita gente que acaba falando assim mesmo. E sai aquele festival de bobagens para a tortura dos ouvintes.
Tem gente que fala mesmo, qualquer coisa, especialmente em público porque acha que quanto mais fala, mais importante é. E vai arrumando assunto, contando histórias e estórias e tomando o tempo dos outros.
E nesse caso ainda aparece aquele tipo de gente que ouve, aplaude e nem sabe do que fala aquele que não tem assunto, porque também não tem assunto. Assim, qualquer bobagem vinda do falante importante vale ouro. E pobre do que tem assunto e tem que agüentar lorotas.



Escrito por Simão Pedro às 17h31
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Vendo a Itália, numa telinha de câmera digital

Algumas fotos da recente viagem à Itália, para ir saciando o interesse de amigos enquanto não aparece tempo para organizar quase 2.000 fotos e criar os álbuns.
Aqui está uma pequena amostra de Roma, Bologna, Venezia, Firenze, Verona e Milano.
Mas são apenas otos de coisas, lugares, detalhes. Nada de aparecer minha família ou eu mesmo. Aliás, fotos dessa viagem nas quais eu apareço são pouquíssimas, como é o usual. Fiz carreira de professor, não de modelo ou manequim.

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Escrito por Simão Pedro às 17h17
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