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A noite foi das galinhas? Porque do Galo não foi.
Ontem as coisas tramaram contra o Galo. Pois é. Os "santos "juíz e bandeiras não ajudaram o Atlético, como andaram "dando uma mãozinha" ao rival Cruzeiro nos últimos dois jogos. O "Porco" passou folgado pelo próximo adversário do Galo, o Goiás. E nós contamos com o Jorge Luiz para tramar contra nós mesmos. Foi a noite do Jorge Luiz, ao contrário. Um festival de erros que ajudaram a derrubar o Galo. Noite para se esquecer. E vejam que, no Rio, sou tricolor de coração. Ainda no primeiro tempo, Jorge Luiz fez um penalti absolutamente imbecil que deu margem ao primeiro gol do tricolor carioca. Sei que tem gente dizendo que não foi penalidade máxima. Mas não tive dúvidas de que foi. Acertou o senhor juiz, errou o Jorge Luiz. Depois, quando Roth ia substituir o Éder Luiz, que nada fez em campo a não ser perder gol, o Jorge Luiz foi expulso. Resultado? A substituição foi alterada e o Éder "Corre Cisca Erra" Luiz permaneceu em campo. E, de novo, claro, perdeu gol feito. Culpa de quem? De Jorge Luiz. Claro! Perdemos muito por causa da família "Luiz", que ontem tramou contra. Jogaram pelo Galo, mas ficaram rodando que nem perú. | Jorge Luiz foi um jogador medíocre no Vasco da Gama. Parece que basta ter que jogar no Rio para que o seu futebol desapareça.
Ontem ajudou o segundo colocado no Brasileirão a jogar futebol nenhum contra o lanterna, que venceu, afinal, sem muito problema. Nem dar sufoco, principalmente no final, o Galo conseguiu. O Galo jogou mais para trás do que para onde devia. Ciscou prá trás, ciscou prá trás e só colheu um "milho", em falha do goleiro adversário bem aproveitada por Tardelli, artilheiro do Brasileirão 2009. Jorge Luiz ontem abusou do direito de jogar mal. Não fará falta alguma ao Galo no jogo contra o Goiás, no domingo. Aliás, jogo de vida e morte para o Galo, depois que sucumbiu diante do "paciente em estado terminal" Fluminense. Domingo será jogo de vida e morte para que o Galo não sucumba, já que ontem começou a agonizar nos pontos. No futebol agoniza há dois jogos. Enquanto o Flu fazia uma campanha irreparável para se classificar para a Série B, o Galo parece que começa a se esforçar visando a classificação para a Copa Sulamericana. O título do Brasileirão começa a ficar distante. Agora é apenas o Palmeiras que depende apenas de si. E a Sulamericana começa a aparecer no horizonte. Ou o Galo ganha do Goiás, em pleno Serra Dourada, no domingo - e para isso terá que jogar toda a bola que não jogou contra o Vitória e o Fluminense - ou estará logo dizendo adeus à Libertadores. E, pelo andar da carruagem, com chances enormes de ver seu maior rival em 2010 - antes distante 8 pontos, agora a apenas 2 - no maior torneio de futebol das Américas. Será muita perda. Que os santos lá de cima - inclusive São Luiz, xará dos que atrapalharam ontem - nos ajudem a redimir de nossos erros. Se for o caso, que os "santos" cá de baixo, aqueles do apito e das bandeiras, nos ajudem. Agora vale qualquer coisa.
Escrito por Simão Pedro às 08h51
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Campeões?
Na reta final, todo santo ajuda! Inclusive, ou de preferência, o santo juiz ou o santo bandeira. Contra o Corinthians, no domingo passado, o único gol foi marcado por um jogador "na banheira".
Ontem, dia do santo das Causas Impossíveis, a jogada do 3o e salvador gol [3 X 2 no Santo André] começou com um jogador em clara posição de impedimento. E o bandeira exatamente na linha dele. Viu e não marcou! Agora só faltam 6 gols irregulares para o Cruzeiro se sagrar campeão brasileiro de 2009. Assim, o que parecia causa impossível pode virar realidade. Quem sabe os "santos" ajudam o Galo hoje e mantemos nossa posição lá no alto.
Escrito por Simão Pedro às 12h55
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É dose.
No Rio, ontem, Lula e Dilma inauguram uma quadra que já existia. Nossos políticos só não inauguram mesmo um tempo novo na nossa política.
Escrito por Simão Pedro às 12h47
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Abandono. Total
Jean, ontem na Folha de S. Paulo. 
Escrito por Simão Pedro às 12h45
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Eu na Folha ontem
Fundação Sarney "O MP investiga, a Justiça autoriza, a PF grava, a imprensa informa. Cada parte cumpre o seu papel. E, sem o papel moeda, a fundação investigada, sorvedouro de dinheiro público, se vê obrigada a fechar as portas, afunda. História perfeita, ainda que alguns, notadamente políticos, possam não gostar do enredo. Mas são casos como esse que nos levam a crer que esse país ainda pode ter jeito." SIMÃO PEDRO MARINHO (Belo Horizonte, MG)
Escrito por Simão Pedro às 12h44
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